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Menosqueu e seu coração, num mundo onde tudo podeacontecer.

domingo, 9 de novembro de 2008

...(AUTO QUESTIONÁRIO)...


- bom qual seu nome?

 

R: Leandro Fabris, por todos conhecido por Lugo.

 

 

- o que você faz?

R: sou estudante de publicidade e propaganda, pesquisador de semiótica e tento cuidar da empresa dos meus pais.

 

- tenta?

R: podemos mudar de assunto, isso é uma coisa que não consigo falar muito bem, talvez por uma questão de espaço e credibilidade.

 

- tudo bem! Enfim, fale mais sobre a semiótica?

R: Resumindo algo impossível de resumir, a semiótica é algo inato, somos semiosticista a por natureza, tudo que eu faço e entender melhor tudo o que a semiótica te diz. Elaborando métodos que me ajudam a dar o próximo passo, com firmeza “confiando no meu taco”. E Geralmente não tenho errado

 

- Logo você analisa o que se vê? As situações, diálogos e etc?

R: Sim, é isso mais ou menos.

 

- Tem alguma doença?

R: física? Acho que não, fora à sinusite. Psicológica: nenhum fora à insegurança.

 

- Mas a semiótica? Mesmo com tantos métodos e teorias você se sente inseguro?

R: ah! Sim, a semiótica entrou há pouco tempo na minha vida, Ainda me sinto inseguro em algumas situações.

 

- Que situações, por exemplo?

R: Que falam do coração, tento até hoje, não nego que às vezes procuro tentar explicar, acreditar que sentimentos não existem, pois segundo a semiótica o que não se vê não se pode explicar. Mas quando há assuntos que mexem com o coração, me sinto como um bebê que brinca com uma faca, não sabe o perigo que corre. Tenho medo de me lançar e me afogar de novo.

 

- De novo? Então vc já amou?

- Não sei, a semiótica não me ensinou a explicar o passado. Isso eu sigo a ferro e fogo.

 

-Bom, vamos fazer um jogo de perguntas rápido, certo?

R: tudo bem.

 

 

Uma paixão?

- Semiótica e propaganda.

 

A melhor banda?

- Los hermanos

 

 Pessoa que te faz mais bem hoje, nesse momento?

- Clau... ops. Escapou!

 

Escapou? Como assim? Quem é Clau?

- Ah! Ela é uma menina que põem a prova tudo que eu estudei, todo o que eu defini, nada se aplica a ela. Ela me provou sem dizer nada que teorias não podem ser generalizadas. Sim confesso que ela feriu meus ideais e me deixa confuso e inseguro. Mas no fundo no fundo, quero descobrir seus mistérios. Com ela não há estratégias de observação ou semióticas.

 

- Nossa ela fez tudo isso?

R: é, não sei como, mas fez...

 

(silêncio)...