- bom qual seu nome?
R: Leandro Fabris, por todos conhecido por Lugo.
- o que você faz?
R: sou estudante de publicidade e propaganda, pesquisador de semiótica e tento cuidar da empresa dos meus pais.
- tenta?
R: podemos mudar de assunto, isso é uma coisa que não consigo falar muito bem, talvez por uma questão de espaço e credibilidade.
- tudo bem! Enfim, fale mais sobre a semiótica?
R: Resumindo algo impossível de resumir, a semiótica é algo inato, somos semiosticista a por natureza, tudo que eu faço e entender melhor tudo o que a semiótica te diz. Elaborando métodos que me ajudam a dar o próximo passo, com firmeza “confiando no meu taco”. E Geralmente não tenho errado
- Logo você analisa o que se vê? As situações, diálogos e etc?
R: Sim, é isso mais ou menos.
- Tem alguma doença?
R: física? Acho que não, fora à sinusite. Psicológica: nenhum fora à insegurança.
- Mas a semiótica? Mesmo com tantos métodos e teorias você se sente inseguro?
R: ah! Sim, a semiótica entrou há pouco tempo na minha vida, Ainda me sinto inseguro em algumas situações.
- Que situações, por exemplo?
R: Que falam do coração, tento até hoje, não nego que às vezes procuro tentar explicar, acreditar que sentimentos não existem, pois segundo a semiótica o que não se vê não se pode explicar. Mas quando há assuntos que mexem com o coração, me sinto como um bebê que brinca com uma faca, não sabe o perigo que corre. Tenho medo de me lançar e me afogar de novo.
- De novo? Então vc já amou?
- Não sei, a semiótica não me ensinou a explicar o passado. Isso eu sigo a ferro e fogo.
-Bom, vamos fazer um jogo de perguntas rápido, certo?
R: tudo bem.
Uma paixão?
- Semiótica e propaganda.
A melhor banda?
- Los hermanos
Pessoa que te faz mais bem hoje, nesse momento?
- Clau... ops. Escapou!
Escapou? Como assim? Quem é Clau?
- Ah! Ela é uma menina que põem a prova tudo que eu estudei, todo o que eu defini, nada se aplica a ela. Ela me provou sem dizer nada que teorias não podem ser generalizadas. Sim confesso que ela feriu meus ideais e me deixa confuso e inseguro. Mas no fundo no fundo, quero descobrir seus mistérios. Com ela não há estratégias de observação ou semióticas.
- Nossa ela fez tudo isso?
R: é, não sei como, mas fez...
(silêncio)...