
Que falta me faz ela! (03/07)
Hoje as pessoas nas empresas foram obrigadas a conversar, a se olhar nos olhos e milhões deixaram de ser investidos, crianças foram obrigadas a pegarem seus brinquedos e arranjar amigos, amigos de carne e osso desta vez.
Pois a Internet bugou, por poucas horas o Sr. Telefônica fez um bem incalculável as pessoas, transformou o mundo em mundo novamente. A dependência dessa transferência de dados se tornou tão grande que pessoas tornaram-se bytes e suas vidas param quando cai a conexão.
Esqueceram que há vida além dos hiperlinks e quando se encontram com pessoas de verdade, não conseguem chamar a atenção com uma simples tremidinha do MSN, a impessoalidade da Internet tornou o coração das pessoas apenas mais uma HD que armazena somente. É fato que tão rápido acesso a informações facilita e muito, facilita tanto que se não fosse por ela, ninguém leria esse texto tão rápido, mas ele vai muito além, assim como pessoas vão além de janelas de conversação on-line. Entre a cruz e a espada nos encontramos. Hoje com esse bugue podemos perceber que é uma linha muito fina quem separa a utilidade e a futilidade da Internet. Cabe a nós usuários pender para uns dos lados. Essa noite as pessoas sairão de suas casas e se tratarão como alienígenas, quando na verdade são os melhores amigos virtuais, onde se conhecem tão intimamente, que até sexo fizeram, mas mesmo assim serão estranhos uns para os outros. Talvez tenha sido essas horas as únicas que computadores tenham sido desligados, que filhos conversam com mães, e mães com filhos. E talvez também uma coisa assim demore muito tempo para acontecer de novo. Aproveitemos, essa hora para acrescentar algo a mais em nós, além de dados cibernéticos os livros também dizem coisas de importante, e essas coisas estão na Internet hoje, por que um dia elas existiram na Larousse, Barsa entre outras, aproveite essas horas para conversar com os mais velhos, pois com certeza as palavras deles, você jamais encontrará no Google.
Bem me desculpe, mas tenho que me despedir, pois com a falta dela hoje estou tendo que trabalhar, e falar com pessoas, e fazer amizades, logo tenho que olhar nos olhos, abrir minha boca, mostrar o que eu penso, escrever textos, ler livros, sou obrigado a viver.
Hoje as pessoas nas empresas foram obrigadas a conversar, a se olhar nos olhos e milhões deixaram de ser investidos, crianças foram obrigadas a pegarem seus brinquedos e arranjar amigos, amigos de carne e osso desta vez.
Pois a Internet bugou, por poucas horas o Sr. Telefônica fez um bem incalculável as pessoas, transformou o mundo em mundo novamente. A dependência dessa transferência de dados se tornou tão grande que pessoas tornaram-se bytes e suas vidas param quando cai a conexão.
Esqueceram que há vida além dos hiperlinks e quando se encontram com pessoas de verdade, não conseguem chamar a atenção com uma simples tremidinha do MSN, a impessoalidade da Internet tornou o coração das pessoas apenas mais uma HD que armazena somente. É fato que tão rápido acesso a informações facilita e muito, facilita tanto que se não fosse por ela, ninguém leria esse texto tão rápido, mas ele vai muito além, assim como pessoas vão além de janelas de conversação on-line. Entre a cruz e a espada nos encontramos. Hoje com esse bugue podemos perceber que é uma linha muito fina quem separa a utilidade e a futilidade da Internet. Cabe a nós usuários pender para uns dos lados. Essa noite as pessoas sairão de suas casas e se tratarão como alienígenas, quando na verdade são os melhores amigos virtuais, onde se conhecem tão intimamente, que até sexo fizeram, mas mesmo assim serão estranhos uns para os outros. Talvez tenha sido essas horas as únicas que computadores tenham sido desligados, que filhos conversam com mães, e mães com filhos. E talvez também uma coisa assim demore muito tempo para acontecer de novo. Aproveitemos, essa hora para acrescentar algo a mais em nós, além de dados cibernéticos os livros também dizem coisas de importante, e essas coisas estão na Internet hoje, por que um dia elas existiram na Larousse, Barsa entre outras, aproveite essas horas para conversar com os mais velhos, pois com certeza as palavras deles, você jamais encontrará no Google.
Bem me desculpe, mas tenho que me despedir, pois com a falta dela hoje estou tendo que trabalhar, e falar com pessoas, e fazer amizades, logo tenho que olhar nos olhos, abrir minha boca, mostrar o que eu penso, escrever textos, ler livros, sou obrigado a viver.