Menosqueu, sem sentir nada de mal, queria simplesmente, saber como estavam as coisas e desejar uma boa noite a ela, resolveu ligar de novo, a primeira vez ela não podia ou não queria atender, mas enfim falou que ligava depois. A tarde ligou de novo, ela atendeu! Disse ele que queria saber como ela estava, borboletas no estômago vieram com o Alô, seco dela, ele disse que os textos deles seriam divulgados e queria que ela lesse, já que gostava de uma boa leitura. A resposta veio com uma frase bem afiada, dizendo que não havia propósito para aquelas conversas e que ele não mais ligasse, um murro no estômago de fato, que deixou nosso caro amigo sem ar, as únicas palavras da boca dele foram: Tudo bem! Burro sentiu-se, poderia dizer que era pela amizade, ou até mesmo que era o que ele queria fazer, mas não, disse apenas “tudo bem”. Agora teria de cumprir com o dito. Não era o que ele queria fazer. Mas agora tinha de ser feito, sua auto-estima não foi abalada, isso estava bem protegido. Mas ficou triste, não havia disposição e não haveria isso era ponto facto. Ao desligar o telefone ele entrou em outra viagem dentro de si. Mas agora não se preocupava com o que ela pensava. Apensa ficou abatido. Com certeza amanhã seria outro dia.