Menosqueu não parava de pensar nas coisas idiotas que fez e a cada vez que pensava nisso doía seu corpo, um arrepio frio lhe corria pelas costas indo até os dedos, isso se chamava arrependimento, e não bastava as pessoas lhe dizerem que com outra pessoa ele acertaria, quando as coisas erradas, que ele fez, não somente ele ( mas a parte que lhe cabia ele estava arrependido) foram com duas pessoas em especial : Ele mesmo, e Queróvida. Com ele as coisas estavam praticamente certas, mas com nossa outra protagonista, não tinha nem começado e pior se via impossibilitado de fazer alguma coisa, e quando se sentia assim Menosqueu se revoltava com ele mesmo, a carta que escrevia já estava na décima segunda pagina, mas não sabia como entregar a Queróvida. Era impossível que ela acreditasse nas mudanças tão rápidas. Só lhe restava esperar e fazer com que Queróvida nunca se esquecesse dele, a amizade com toda a certeza falaria muito mais alto, e o resto seria conseqüência. Enquanto isso Menosqueu escrevia, escrevia pro tal Batista, com quem foi conversar e queria que Menosqueu apresentasse os esquetes dele, mas Menosqueu ficou com o pé atrás, a principio apenas os publicária num jornalete de Batista. Quem sabe mais tarde, Menosqueu os apresentava, evitava pensar no futuro. A vida de Menosqueu, dividia-se em: Cuidar dele, da empresa, dos seus amigos, que as vezes precisam de ajuda, ou mesmo conversar, escrever e o tempo que restava, pensava em Queróvida, não como a mulher que tinha, mas como uma pessoa que ele queria muito bem e que se arrependera de ter magoado tanto e se magoado também.