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Menosqueu e seu coração, num mundo onde tudo podeacontecer.

terça-feira, 8 de julho de 2008

(10) Uma voz, a paz e a agonia.

O final de semana foi bem atarantado Menosqueu quase nem o viu passar, mas a semana estava ai e ele colocava cada vez mais sua cabeça em ordem, mas a angústia ainda se presenciava no coração dele. Disposição era tudo que Menosqueu precisava, e não teve ainda, só havia discusões e magoas. No passar dos dias, foi ficando cada vez, agoniado e num golpe único pegou o telefone e discou os oito números de Queróvida. Alguns toques e ela atendeu, do outro lado um “Alô” firme e singelo como de sempre, do lado de Menosqueu ouviu-se um: “tudo bem ?” contido, mas firme também, não esperava ouvir algo triste. Menosqueu iniciou o assunto, perguntando como ela estava, nada de brigas agora, uma conversa rápida, porém boa para Menosqueu, queria vê-la bem, e ainda mais queria voltar a ter contato com ela. Na hora não pensou em nada sobre o relacionamento dos dois, apenas queria ouvi-la e mais que tudo desejar a ela um bom dia. E assim fez, conversaram um pouco sobre negócios e parecia que as coisas estavam se resolvendo, mas viu-se na necessidade de falar as coisas que o engasgava e falou a ela, mas esquivou a moça e Menosqueu não quis insistir, não tinha esse direito, ensaiou meias palavras e disse um: “Depois nós conversamos”, desejou o bom dia e disse adeus e desligou. Ao desligar Menosqueu murchou na poltrona, duas ou três lagrimas bastaram para encher seu olho, mas as secou e mais uma vez se trancando dentro dele mesmo, pensava em um modo de contar a ela tudo que precisava dizer, pensaria num modo sincero, onde as palavras tivessem um peso maior do que seu real valor. Textos sempre ajudavam, sempre foi um bom redator, e como ela veria? Pensaria nisso ainda. Mas as dúvidas voltaram a pairar sobre ele, e seu coração diminuiu de novo, mas de uma coisa desistirá: Adivinhar o que ela pensava, fazia as coisas por ele mesmas o que sentia na necessidade de fazer, e a melhor coisa disso tudo, que estava fazendo o certo agora, confiava nele. Aquelas poucas palavras com Queróvida não representavam muita coisa para ela e também nem para ele, só serviu para ela soubesse que ele estava lá e ele que ela estava lá da mesma forma.